top of page

Prepare-se para embarcar na jornada cinematográfica  do projeto "Rosto da Pátria - Face of The Motherland"

Este documentário envolvente, está sendo desenvolvido pela cineasta negra Victória dos Santos em sua missão de dar voz e visibilidade às mulheres negras no Brasil. Ao explorar estatísticas reveladoras em entrevistas destas mulheres, o filme pretende revelar as lutas, resiliência e contribuições profundas dessas mulheres para a sociedade brasileira.

 

A diretora apaixonada, não quer apenas expor as injustiças enfrentadas pelas mulheres negras, mas também celebrar sua força e determinação. O contato com a história inspiradora de Hemanoela, uma ativista que lutou contra o câncer de mama metastático, foi o ponto de virada para o desenvolvimento do projeto adicionando uma camada de urgência à produção.

 

Premiado internacionalmente e reconhecido nacionalmente, este projeto promete ser um sucesso crítico-comercial.  Investidores, esta é a oportunidade de se envolver com uma produção que não só entretém, mas também inspira mudanças significativas na sociedade. 

 

Entre em contato conosco agora para saber mais sobre como você pode fazer parte deste projeto inovador e impactante.

logo 1.png
SINOPSE DO FILME

"Rosto da Pátria" é um documentário plástico a partir da jornada da cineasta Victória dos Santos em realizar um filme ensaio para matéria de Cinema Negro na Universidade Federal do estado sulista considerado o mais racista no Brasil. Com entrevistas baseadas em dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), conto mitológico pós-moderno, poesia e variadas formas de artes visuais, o documentário transcende a subjetividade do que é ser uma mulher negra sulista latino-americana.

ENREDO

O filme pretende narrar o processo da cineasta negra Victória dos Santos ao iniciar um vídeo ensaio nunca finalizado sobre mulheres negras para a matéria de Cinema Negro na Universidade  Federal de Santa Catarina, um estado ao sul do Brasil com grandes marcas sociais do colonialismo eropeu. Durante sua jornada, a diretora desenvolve uma pesquisa sobre as estatísticas de mulheres pretas e pardas com base nos dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e dá início ao processo documental do “Rosto da Pátria” expondo os dados em uma entrevista com seis mulheres negras.

 

O enredo se desenrola quando com a repercussão das entrevistas Victória é convidada para documentar a história de Hemanoela, uma mulher negra catarinense ativista que lutava contra o câncer de mama metastático. Apesar dos obstáculos encontrados devido à cultura colonial presente na proposta cinematográfica, Victória persiste em contar a história de Hemanoela, recebendo reconhecimento internacional com o The Gwärtler Grant.

No entanto, a triste notícia da morte de Hemanoela antes mesmo de receber a notícia do prêmio demonstra a urgência de contar essas histórias e a fragilidade da vida das mulheres negras no Brasil. Determinada a concluir seu projeto, Victória recebe o Prêmio Catarinense de Cinema - Edição Paulo Gustavo para contar a história de sua protagonista, enfrentando desafios adicionais devido ao contexto artístico desfavorável no sul colonial brasileiro.

 

O projeto destaca não apenas as lutas das mulheres negras, mas também sua resiliência, determinação e contribuições para a sociedade brasileira. O elenco principal inclui as mulheres entrevistadas por Victória, bem como Hemanoela, cuja história serve como um lembrete poderoso da importância de preservar e compartilhar essas narrativas. A equipe criativa por trás do filme tem um compromisso com a excelência audiovisual, buscando retratar com sensibilidade e autenticidade as experiências das mulheres negras no Brasil.

3.Face of The Motherland.png

POR QUÊ INVESTIR?

A realização de uma obra fílmica com o cunho político e social que “Rosto da Pátria” assume, só é possível dada a somatória de recursos financeiros em nível global. 

Quando você assistiu um documentário com registros e memórias autênticas de mulheres negras residentes no sul do Brasil? Essa é a marca de autenticidade e unicidade que o filme se propõe a transmitir, em conjunto com o papel crucial de inserir nas telas de exibição e por detrás das câmeras corpos que comumente são lidos como marginalizados e subalternos. 

 

Em 2016, no Brasil, os dados apontados pela ANCINE (Agência Nacional do Cinema) relataram 10% de mulheres brancas e 0% de pessoas negras em direções de filmes com mais de 500.000 espectadores sendo o país com mais pessoas negras fora da África com cerca de 86 milhões de habitantes.

 

Na história do cinema brasileiro, temos o primeiro longa-metragem de ficção dirigido por uma mulher negra apenas na década de 1980, com Adélia Sampaio no filme Amor Maldito (1984). Somente depois de mais de 30 anos - uma lacuna de investimento e de reparação histórica - que a diretora Viviane Ferreira lança seu primeiro longa-metragem, intitulado “Um dia com Jerusa”, disponível na plataforma de streaming da Netflix.

 

O questionamento aqui levantado, sem dúvidas, é entre a diferença de dados da população brasileira, que abrange 28% da população brasileira identificadas como mulheres e negras, e de obras de longa-metragem dirigidas por mulheres negras ao longo de toda a história do mercado audiovisual nacional e internacional. 

POTÊNCIA MERCADOLÓGICA

O potencial do filme também é identificado ao analisar-se a voz e o corpo em tela, dando volume e significância para subjetividades que são individuais, mas acima de tudo, coletivas. Não se trata apenas de identificação do público com as histórias relatadas, ou de criação e execução de novos imaginários, como muitos dos filmes de ficção tentam alcançar; por tratar-se de um documentário, é sobre a concretude de vidas socialmente alocadas na subalternidade, com o objetivo de emergir desse lugar, posicionar-se no merecido espaço de valor social, buscando utilizar de imaginários ancestrais de maneira proposital, nas entrelinhas.

 

Desde o movimento “Oscar So White”, em 2016, a indústria cinematográfica começou a globalmente se ater às questões de raça em suas produções, ressaltando o espaço de relevância de que produções de narrativas negras devem ser produzidas e reconhecidas.

Em 2023, renomes negros de Hollywood (maior polo cinematográfico) como a produutora de Viola Davis, JuVee Productions, e Beyoncé, estabeleceram sede no Brasil e reconheceream a relevância do país para garantir que a representatividade negra continue se propagando no continente Americano. Ressaltando a busca por narrativas que o documentário “Rosto da Pátria” pesquisa enquanto proposta de contar a perspectiva de uma cineasta brasileira negra em um estado do país com apenas 15,5% de pessoas negras, que é reduzido para 4% na cidade onde vive.

Imagem do WhatsApp de 2024-05-14 à(s) 16.21.43_8cbae8bb.jpg

CORTE EXCLUSIVO

Recorte privado das entrevistas realizadas para o documentário ensaístico Rosto da Pátria em 2022.

SOBRE A PRODUÇÃO

EMPRESA PRODUTORA

A produtora Universo HUP é uma iniciativa recente e inovadora, comprometida com a promoção da diversidade e representatividade negra no mundo do audiovisual. A produtora é mais do que uma empresa de produção de conteúdo; é uma plataforma que visa dar voz e espaço às pessoas autodeclaradas negras em todas as etapas da produção cinematográfica. Com a missão de criar um espaço onde projetos sejam liderados e compostos por pessoas negras, garantindo que a produção audiovisual seja uma expressão autêntica da comunidade negra.

DIRETORA E PRODUTORA

Victória dos Santos é uma cineasta nascida em Porto Alegre (RS) vinda de uma família negra matriarcal, ganhadora do Prêmio de Mérito Cultural pela Lei Paulo Gustavo em 2023. Formada em Cinema pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) onde destacou-se como parte do centro acadêmico, co-fundou o coletivo feminista Misanfeme e dirigiu o premiado curta-metragem "Fragmentos" (2017), que ganhou reconhecimento em festivais nos EUA, Nigéria e Brasil. Atualmente desenvolve o documentário ensaístico "Rosto da Pátria" contemplado em 2023 com o prêmio suíço The Gwäertler Grant e pelo Prêmio Catarinense de Cinema. Fundadora da produtora audiovisual Universo HUP, focada em produções pretas e pardas.

APOIO

Logo-FCC-2020-Colorido.png
PCC-LPG-CORES.png
Gwaertler_Logo.png
cropped-labcine-logo-cor-transparente.png
Marca_GOV_Oficial.png

CONTATO

Obrigado por entrar em contato!

bottom of page